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Limites e fim dos ciclos: uma conversa com Eric Almeida

uantos tropeços são necessários para pavimentar o caminho até o topo? Se o sucesso fosse regra, a palavra “vitória” não seria sinônimo de raridade. No episódio de hoje do Capital e Poder, recebemos Eric Almeida, um dos fundadores da Tecnospeed — empresa que hoje figura entre as que mais crescem na América Latina —, para uma conversa que foge dos clichês do empreendedorismo de palco.

Eric é um personagem que compreendeu, na prática, a Teoria dos Porões: aquela verdade nua e crua que só aparece quando as luzes do marketing se apagam. Ele não nos vende um “mar de rosas”; pelo contrário, descreve uma navegação em meio a tormentas, onde foi preciso ser vendedor, criador, gestor e estrategista, tudo ao mesmo tempo.

Destaques da Trajetória:

  • A Inteligência Coletiva: Almeida é enfático ao dizer que o “saber fazer” determina a velocidade do sucesso, mas ninguém sabe tudo sozinho. “Estar ao lado de quem é mais inteligente que você melhora as pessoas e o propósito”, afirma.
  • A Transitoriedade das Relações: Com a autoridade de quem encerrou recentemente sua jornada como CEO, Eric traz uma reflexão profunda sobre o ciclo de vida nas corporações. Ele encara com naturalidade o fato de que grandes profissionais que estiveram ao seu lado hoje seguem caminhos distintos. Para ele, os interesses mudam com o contexto, e o respeito mútuo deve ser a única constante.

Nesta entrevista, Eric Almeida nos ensina que a maturidade na gestão não está em evitar o fim das parcerias, mas em extrair o máximo de valor humano e técnico enquanto o ciclo está ativo.

Assista agora ao episódio completo da segunda temporada de Capital e Poder e entenda por que a ética da clareza é o maior ativo de um líder.

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