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De giz e sala de aula ao comando de um império educacional: a estratégia por trás da Unifatecie.
“Deus não escolhe os preparados, prepara os escolhidos”. A máxima de Gilmar Oliveira, reitor da Unifatecie, abre nossa entrevista no Capital & Poder, mas a trajetória dele e de Daniel Lima, diretor de ensino, sugere que o “preparo” e a “escolha” têm nomes muito mais concretos: risco, persistência e uma dose cavalar de pragmatismo.
Neste episódio, sentei-me à mesa com os fundadores de um dos maiores grupos educacionais do país. O que torna este diálogo urgente não é apenas a narrativa de sucesso, mas o paradoxo que eles representam: como manter a identidade de “professor” enquanto se gerencia a complexidade de um ecossistema que forma milhares de brasileiros?
Enquanto muitos da minha geração de docentes ficaram no campo das intenções, Gilmar e Daniel fizeram a transição para a ação, transformando o sonho acadêmico em uma engrenagem robusta. Eles não apenas fundaram uma instituição; eles desenharam uma cultura. E talvez seja justamente por não terem se despido da origem docente — mesmo sob a pressão da escala — que a Unifatecie se mantém como um case de referência, inclusive como um dos melhores lugares para se trabalhar.
Quem são, afinal, os homens por trás dos números? Como o encontro entre um reitor e um diretor de ensino moldou uma visão de educação que desafia os limites geográficos e econômicos?
A resposta está nesta entrevista visceral. O Capital & Poder mergulha na trajetória de quem trocou o conforto da docência pelo desafio de fundar uma potência.