publicado em 01/11/2014 às 11h23
e atualizado em 01/11/2014 às 11h42

Série Educação e Qualificação Profissional

Na CBN Maringá, nós desenvolvemos uma série de entrevista com foco da educação. Profissionais ligados a formação profissional e a educação formal abordaram diversos temas. Inclusão de deficientes, qualificação profissional, leitura e igualdade de gênero.

Gilson Aguiar - contato@gilsonaguiar.com.br
Educação e Qualificação Profissional

Educação e Qualificação Profissional

Série Educação e Qualificação Profissional
Conversamos, em nossa primeira entrevista sobre a inclusão de pessoas portadoras de deficiência. Clélia Nogueira abordou a responsabilidade da família e da escola na inclusão da pessoa portadora de deficiência:
Antônio Arouca
Na segunda conversa nosso entrevistado foi Antônio Arouca, a qualificação de trabalhadores para o comércio e serviços. Arouca aponta a ilusão com o ganho sem conhecer a profissão. Também fala da possibilidade de ingressar no mercado de trabalho quando se é qualificado:
Antônio Gabriel
Outro Antônio entrou em nossa conversa sobre educação, mas agora o foco foi leitura. O mestre em Literatura Antônio Gabriel aponta que o livro de que seduzir o leitor. Para isso, não adianta obras pesadas, mas leituras leves, desde os primeiros anos da escola. Para ele, só assim vamos superar o analfabetismo funcional que assola o país:
Márcia Previato
Educação a distância foi o tema da conversa com Márcia Previato. Ela falou sobre o preconceito que a nova forma de ensino está superando. Hoje, cada vez mais pessoas adotam o método de formação. Previato aponta a qualidade da instituição de ensino à distância:
Sidnei Oliveira
Sidnei Oliveira é especialista em Geração Y. Ele considera esta geração melhor que a X, a dos que tem 40 ou 50 anos. O convívio é conflitante entre eles, mas os mais velhos estão se qualificando e vivendo mais. Eles ainda têm uma longa jornada de convivência para aprenderem juntos:
Eliane Maio
O Brasil é uma contradição na relação entre os gêneros. Homens e mulheres, iguais e desiguais dependendo do tema. Mas a educação pode ajudar a mudar o preconceito, a desigualdade, a violência contra a mulher? Para Eliane Maio, doutora em Educação e especialista no tema, a resposta é SIM:
 
 

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