Jornalista » Parando para Pensar

O curioso é que, se no ambiente doméstico ainda se deseja reproduzir o “macho alfa”, ele também é cultuado no ambiente profissional. Em empresas familiares fica nítido a disputa pela intimidade com o gestor patriarcal.
Pais autoritários tendem a ter filhos mentirosos, a serem enganados ou a criarem covardes. Esta conduta rasa que muitos consideram “profundas” por ignorância ou temor, eis ele aqui de novo, o medo, derrubam inúmeras possibilidades.
Estamos em uma sociedade da estética. A plástica se torna a essência, ou nos ilude pelo olhar. A todo o lado que olhamos há um elemento sedutor em busca de nos atrair para um lugar incomum. Porém, não nos movimentamos, tudo não passa de uma aparência.
Acredito que muito do que consideramos um ato do governo também será explicado pela prática constante da violência dos aparatos de segurança.
Meu amor é meu, mas a minha existência se confunde com quem amo. Existir no outro.
No fundo, é normal conviver com momentos de felicidade e tristeza. Que na prática, há os dois elementos em cada parcela de nossas escolhas.
O julgamento alheio tem um peso. Sabemos lidar com ele?
Uma homenagem ao Senhor Aguiar, e um dos melhores momentos da minha vida.
Fazer a autocrítica não é uma tarefa fácil. Admitir, diante do espelho, que somos, muitas vezes, tão condenáveis quanto os que condenamos.

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