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Quando a vida passava, o objeto ficava. As heranças dos bens de uso eram comuns. A penteadeira, a cristaleira, a cama, o armário, os talheres, a máquina de escrever... Objetos que permaneciam com um registro de quem deu sentido e vida a eles. Hoje, na inversão dos sentidos são os objetos que dão vida ao ser humano e lhe educa para uma função.
Não se nega a diferença que se deve fazer. Mas ela deve ser feita no sentido de ir além do que se espera diante de uma coletividade que limita o ser humano.
Muitos consideraram que o germanismo poderia “tomar o brasil”. A indolência do brasileiro poderia abrir uma lacuna para a penetração dos europeus, dos alemães em especial.
Discussão para a manutenção do horário de verão, ou sua prorrogação, está na pauta de muitos especialistas. O governo não se pronuncia.
Eu conversei com Vânia Araújo sobre o tema, a socióloga é engajada na luta contra o preconceito racial. Para ela, as cotas colaboram a superar a desigualdade racial.
Um levantamento feito pela reportagem da Gazeta do Povo mostra a média dos partidos atuando no Congresso Nacional a favor de medidas governistas.
Que sonho ter cafés que se multiplicassem com bancas de jornais e revistas em cada esquina, mas isso é querer demais. Nunca tivemos um público muito grande para este fim.
Tem-se que ficar mais atento ao que não nos é dado de direito. A atenção deve ser redobrada pelo que não cumprimos dos nossos deveres.
Violência dentro do ambiente de trabalho tem dois perfis predominante, os temerosos e inseguros. Eles podem estar entre agressores e agredidos.
Aparentemente iguais, mas profundamente diferentes. Brasil, Japão e Coréia tem metade das mulheres fora do mercado de trabalho. Os dois países asiáticos sentem a falta de mão-de-obra qualificada que afeta o desempenho da indústria nacional.

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