Jornalista » Comentário

O principal problema do país ainda é a falta de instrução, de qualificação. Melhorar a possiblidade de acesso a emprego e renda.
Mas para tudo há um preço, o do IPTU é um deles. Se proprietários de imóveis gostam de ver seu bem supervalorizar, ter um acréscimo de 100% no valor, há a contrapartida.
Os outros nos servem de referência. A vida alheia, do próximo, é mais que uma simples comparação, uma determinação para os nossos atos.
A reforma política deverá acontecer como um consenso que depende da participação, da mobilização, popular. Contudo, ele é descrente de uma reforma fiscal.
Temos que colocar um fim no equivoco de considerar que os militares purificam o regime. Eles, os fardados, devem ficar nos quartéis,cumprir o papel que lhes cabe no regime republicano.
O vandalismo demonstra a covardia do descontente com sua própria existência. A impossibilidade de um ato maior por parte do ser que despeja sua irá pouco civilizada sobre aqueles que estão mais próximos.
Na relação com as demais pessoas na vida cotidiana estamos sempre gerando uma determinada atividade com um certo fim. Nossos atos devem buscar algo, por mais imediato que seja. O problema é viver de um imediatismo constante. Sempre fazer para atender ao momento sem ter um projeto de longo prazo.
Para alguns especialistas a demora em sair de casa está relacionada ao tempo dedicado aos estudos, a demora em se qualificar.
Não é de hoje que fico me perguntando quando iremos desvendar mistérios urbanos. Alguns destes mistérios agora se transformou em dilemas. Um deles é a Universidade Estadual de Maringá.
Temos que considerar que o apelo emocional e o consumo estão associados constantemente. Impossível agradar sem pagar a conta. O indivíduo é hoje o principal alvo dos ambientes de consumo.

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