Jornalista » Comentário

O principal fator apontado para o fosso econômico é o capital financeiro, a indústria farmacêutica e o controle tecnológico. Uma realidade que tende a piorar nos próximos anos.
A morte só é temida por quem considera que é preciso construir o futuro. Para aqueles que não percebem qualquer relação entre o “hoje e o amanhã” o imediato é o que conta.
O acidente demonstra que profissões que tem uma responsabilidade imensa sobre as vidas humanas não estão sendo exercidas por pessoas qualificadas.
Mesmo com tanta importância, os pequenos empreendimentos sofrem na busca de crédito. Burocracia e garantias afastam os micro e pequeno empresário de um projeto empresarial.
A mesma sociedade onde o preservativo divide o mesmo espaço nas prateleiras com as pilhas, revistas e doces, na “boca do caixa” do supermercado, por que tanta gravidez indesejada?
Não é preciso ir longe para perceber o menosprezo a educação e o educador. No cotidiano o educador é visto como um profissional de segunda categoria.
Quantos de nós já fizemos isso? Assumem a função dos filhos e considera que isso é amor. Não é! Estamos apenas construindo uma dependência que irá nos corroer, aos poucos.
Temos amigos e inimigos. Faz parte de nossa vida. Há os que nos ajudam a viver nos dando apoio e abrigo. Também temos os que se opõe e travam uma luta constante conosco. Mas pior que um inimigo é o "inimigo íntimo".
Precisamos romper com o controle do Estado sobre os meios de comunicação. Deixar as pessoas livres para fazerem suas escolhas. Há interessados em qualidade, em bom conteúdo, em uma análise mais profunda dos fatos.
Nunca foi tão importante conhecer o consumidor como agora. As formas que temos para entender o ser humano se multiplicaram na proporção em que se busca gerar ambientes sedutores.

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