Jornalista » Comentário

Não por acaso o Estado intervém constantemente na vida social e econômica. Ele assumiu o papel de principal agente econômico menos para fazer justiça e mais para garantir a injustiça de quem se beneficia dos seus atos.
O que é a infância? Ela, cada vez mais se confunde com a fase adulta. Menos pelo ingresso de responsabilidades na menor idade do que pela alucinação de cultuar prazeres do adulto no mundo das crianças.
Com a implantação do Estado Nacional no país, mesmo o português com a transferência da Corte em 1808. Quando o rei de Portugal desembarcou com sua máquina pública na “terra brasilis” iniciava a relação entre o poder financiado por seus aliados.
Os grandes centros ficam com a força de trabalho e com os melhores qualificados. Nas cidades de menor porte e periféricas se concentram os problemas. Esta é a condição de muitas das chamadas “regiões metropolitanas”.
Uma pesquisa do Ibope, em 2014, apontou que a maioria dos brasileiros quer mudança, 70%, mas não participa da vida pública ou debate temas políticos. Segundo a pesquisa, 44% dos brasileiros não sabem em quem votou para deputado federal, 43% não lembra de seu candidato a deputado estadual e 38% não lembra em qual candidato ao Senado votou.
A visão de que a política se funda na desonestidade legitima tem no eleitor a prática de usurpar, desvirtuar e corromper a política e o político. Quem se candidata ao cargo público leva este interesse para se envolver na vida pública. A relação que constrói a representação tem interesse ou desinteresse mútuo.
No passado, quando ainda éramos um bando perambulando pelas estepes africanas a procura de sobrevivência, elas eram independentes. O sedentarismo condenou a mulher à submissão masculina e lhe impôs a função permanente da maternidade.
Se no aparato de violência há os que cumprem sua função, desejam e respeitam a ordem pública, também existem os que transformam a farda em um instrumento de satisfação pessoal.
Ninguém pode negar a importância que a Universidade Estadual de Maringá tem em nossas vidas. A ciência e a tecnologia que nos serve como instrumento de melhora é, muitas vezes, fruto de uma produção acadêmica consolidada ao longo do tempo pela sistematização.
O que é a representatividade? Ela sim deveria ser o centro desta discussão. Como se estabelece a relação entre o cidadão e o representante público? Esta é uma questão que, para ser respondida, merece um resgate histórico.

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