Jornalista » Comentário

Precisamos conhecer neste país os mecanismos de manutenção de homens públicos por tanto tempo como “senhores do poder”, marcados por práticas excessivas. E diante disso, combater, principalmente, a casta intocada dos senhores do poder.
O Estado não tem mão dura sobre o que é cumprido dentro de sala de aula, não administra de forma precisa e próxima o ambiente escolar. Muito do que acontece no dia a dia das escolas demonstra descaso, falta de seriedade e qualificação por parte de muitos docentes.
Os sindicatos do funcionalismo público, em sua maioria ligados à Central Única dos Trabalhadores, a CUT, movimenta ações em todo o país. No Paraná, os indicativos de greve dos professores das escolas e universidades estaduais, geram insegurança a população e acendem o sinal de alerta sobre o ambiente político e econômico para o final do ano.
A habilidade de um homem público, muitas vezes, é saber lidar com estes sentidos e valores do eleitor. Esta forma criticada e praticada constantemente de acreditar no salvador da pátria, na resolução dos problemas de forma milagrosa, de fazer as coisas serem apenas por boa vontade do gestor.
Nas campanhas, a mudança fez parte da promessa, porém, o histórico dos candidatos demonstra uma fidelidade de eleitores e de práticas políticas ainda eficientes. A população tem nas necessidades imediatas e na convivência no bairro um fator determinante para a escolha do candidato.
Eles são esquecidos determinantes. Os vereadores costumam ser desprezados pelos eleitores. Escolhidos de forma descomprometida. Contudo, são determinantes. Na vida pública, nas cidades, eles são vitais e fatais.
A falta de conteúdo dentro do ambiente escolar é o nosso principal problema. A ideologia se quer é definida de forma coerente por muitos dos frequentadores do ambiente educacional, professores e alunos, e os pais que poucos frequentam a escola.
A prática de tentar se esquivar através de manobras obscuras atende ao interesse de muitos parlamentares, a medida não é nova. Porém, não deu certo desta vez. Um fato importante, impedir que atos na calada da noite coloquem por terra ações que expõe a corrupção e corruptos no país.
O professor desqualificado, a aluno folgado, o estado despreocupado são um hábito alimentando e sendo alimentado pelo sentido da educação na vida de cada um e de todos nós. Não por acaso, ser professor é, para a maioria das pessoas, sinônimo de fracasso profissional. Ser professor é o resultado, para muitos, do insucesso, inaptidão para outra profissão.
Como Lula lembra Getúlio. A criatura e o criador. Vargas é o ponto de partida para entender os sangues sugas controlando a máquina pública e alimentando as empresas associadas destruindo a liberdade, castrando os movimentos sociais representativos.

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