Dentro e fora do campus universitários são desenvolvidas pesquisas que tem o objetivo de entender e superar problemas crônicos.
Se quisermos ter um futuro, temos que agir hoje pensando nele. Esta história de viver cada dia como se fosse um último é uma profecia distorcida, típica da ignorância dos suicidas.
A qualidade na educação se dá na formação dos alunos, na produção do conhecimento científico, na resposta aos nossos problemas, no dia a dia, com a racionalidade que a ciência promove.
Conhecer quem se propõe a representação e entender como a vida pública é organizada é condição fundamental para atuar de forma consciente como cidadão.
Um exemplo desta discussão alucinante, perigosa, é politizar a questão de sexo, orientação sexual e gênero. Pelo discurso religioso cristão é impossível aceitar a homossexualidade, ou homoafetividade.
O Estado também não está muito preocupado com a qualidade da educação. Porém, disposto a fazer da escola, a sala de aula, um novo campo de batalha no desgaste dos professores.
Ao olharmos os dados, de forma imediata, consideramos que há uma injustiça. Professores reclamam dos salários sem razão aparente, ou como se diz no ditado popular, “estão reclamando de boca cheia”.
Considero que muito do que se fala sobre a questão de gênero é falta de compreender diferenças de termos como sexo, orientação sexual e gênero.
Muitas vezes nos perguntamos o que falta para a nossa vida ser melhor ou quando podemos ter uma atitude cidadão. Também, nos perguntamos como podemos exigir nossos direitos e ter os serviços públicos de qualidade e atendendo aos interesses da sociedade.
Contraditoriamente, a luz fica mais cara por causa da falta de transparência do governo. Aumento de 51% acumulado no ano com mais um reajuste a partir do dia 24, 15,32%.
O Estado e sua máquina incharam no país para se tornar o principal intermediário das relações econômicas e sociais. Ele, o Estado, formou uma estrutura que ao longo da história se transformou em possibilidade para uns e inimigo mortal para outros.
Lamento que a democracia, a racionalidade, a liberdade ocidental criada ao longo de séculos com dor revolucionária esteja ameaçada pela ignorância impregnada no comando da tão anunciada “Pátria Educadora”.
Temo o chamado "Elemento Facilitador". Quando a regra é desobedecida no dia a dia, na obra de fazer de forma mal feita o que se defende a perfeição. Na sala de aula, na relação do professor com o aluno é que a educação pode emergir ou naufragar.
Na busca de resolver o calendário prejudicado pela greve de 49 dias, surgem propostas que comprometem conteúdo e carga horária para fazer um ano letivo em seis meses de aula.
200 dias letivos e 800 horas de aula, esta é a carga mínima que deve ser cumprida pelas escolas estaduais que retornam as aulas. Pelo menos metade das escolas terá um calendário remontado para poder atender esta exigência depois de 49 dias de paralisação.

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