Conheça Gilson Aguiar

Professor por vocação e jornalista pelo destino, esta talvez seja a melhor definição para minha caminhada até aqui.

Graduação em História, na Universidade Estadual de Maringá, vale lembrar que fiz vestibular para Psicologia, comecei o curso, mas não terminei. Dizem que a vida tem destas coisas, os tais “males que vem para bem”, para quem queria entender a mente, terminei revirando o passado para entender o presente. Lá se vai quase 30 anos que isto começou a acontecer.

Foram nestes tempos de acadêmico que entrei pela primeira vez em uma sala de aula. Professor do Colégio Paraná em 1988, depois do Centro Educacional Objetivo em 1989 para os tablados dos pré-vestibulares, conhecendo gente, dando aula para centenas de alunos de uma só vez e descobrindo o meu primeiro amor, ser professor.

A docência no ensino superior veio na década de 1990. Universidade Estadual de Maringá (UEM), em meados dos anos de 1990 conjuntamente com a docência no UniCesumar. Neste último uma vida que segue seu ritmo.

Neste meio tempo virei Mestre em História e Sociedade pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Peguei gosto pela pesquisa, mas o doutorado ficou abandonado, se perdeu pelo caminho. Quem sabe um dia pego tudo o que fiz e termino o que comecei, viro “doutor”.

Mas de onde veio o jornalismo, este já foi no século XXI. Nunca me esqueço de que sou um ser de virada de século, que também virou minha vida. Convidado para um debate sobre a história regional pela CBN, veio o convite para ser comentarista. Deu certo, estou lá até hoje. Com o tempo veio a oportunidade de ser âncora do CBN Maringá 2ª Edição. Tudo isto já faz mais de oito anos.

Nestes meios de caminho cheguei a televisão. A MultiTV Maringá é o relacionamento mais duradouro, são mais de 7 anos apresentando o Programa Opinião e, mais recentemente, o programa Crônica do Dia.

O jornalismo on-line também faz parte deste repertório de coisas que esta vida me deu o prazer de produzir. Na Gazeta Maringá está lá, a coluna que leva o nome deste portal, Diário de Bordo.

E assim se fez o professor por convicção e o jornalista pelas coisas do destino.

 

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