PostHeaderIcon Democracia depende da Justiça

maio 18th, 2012Author: Gilson Aguiar

A eleição deste ano já tem um ingrediente diferente, sãos os desafios das novas regras e dos meios. O desafio e estabelecer critérios claros para regras novas. Uma delas é a Lei do Ficha Limpa, considerada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal este ano, ela ainda trás dúvidas sobre sua execução.

Outra polêmica está em um meio novo, a internet. Cada vez mais brasileiros ingressam na rede mundial e tem contato com os homens públicos e a política, mas a regra para o controle da campanha e difamação no mundo on-line está longe da eficiência. Ela vai além das fronteiras do país enquanto que a democracia é uma marca da legítima do Estado Nacional.

Neste mar de indefinições, quem terá a palavra de peso e decisão será o Poder Judiciário. O que coloca uma nova polêmica na mesa do ano eleitoral, o destaque político de promotores e juízes. Por um lado o Ministério Público terá um papel decisivo em apontar irregularidades e colocar nas mãos dos juízes o poder de mudar o destino da escolha eleitoral.

Para muitos, é a ingerência do judiciário na vida política do país. Enquanto outros consideram que é a parte mais lúcida do destino da nação. Já que foram das mãos dos ministros do STF que se superaram embates em relação ao aborto e homoafetividade. Mas quando se fala em campanhas políticas e eleições o tom é outro. O mecanismo que escolhem quem ocupara um cargo no poder executivo e legislativo, não é o mesmo do judiciário, o voto.

Contudo, em período eleitoral é o judiciário quem tem a faca e o queijo na mão, e nem sempre corta com equidade. Ainda mais por não ter que justificar suas ações por critérios imediatos de simpatia e compromisso clientelista, mas, assim se espera, na permanência e durabilidade das decisões que toma. Tomara.

 

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PostHeaderIcon Jogadores e eleitores

maio 16th, 2012Author: Gilson Aguiar

Há discussões infantis, elas podem ser resultado de nossa ingenuidade, falta de conhecimento, o que não é defeito. Nada que uma boa informação não possa ajudar. Mas há outras formas de infantilidade, perigosas. São aquelas que ficamos atentos aos debates baixos e perdemos a percepção dos movimentos mais determinantes.

Na política isto é comum. As colunas que debatem o tema nos meios de comunicação são carregadas de detalhes. Quase chegam a vida pessoal dos representantes públicos. São amores e desamores. Estes fatos menores podem ter até um interesse, mas eles não fazem a compreensão do que significa a vida pública e o quanto ela determina as nossas.

Vamos pegar um exemplo para entender melhor esta questão, os “supersalários” aprovados pela Câmara de Vereadores. Eles foram o resultado de um consenso. Em uma sessão rápida, na “calada da noite”, tudo acertado e ao final foi aprovado o subsídio de R$ 12 mil. A eficiência no acordo mostra o desejo da maioria.

Mas a sociedade civil se manifestou e pressionou, o que seria óbvio, os vereadores sabiam disso, eles não nasceram ontem para a política. A maioria dos parlamentares municipais sabia do problema que estava criando, assim como, quem poderia resolvê-lo. Seria ingênuo considerar que foram pegos de surpresa.

Agora, estamos aqui, gastando tempo midiático com a novela de enredo pronto. Estamos discutindo diariamente o futuro dos valores aprovados, será que eles vão chegar aos próximos legisladores? Teremos que conviver com “supersalários” no poder municipal?

Mas os nossos “parlamentares” irão nos salvar. De quem, deles mesmos? Bom, aí tem o voto. Mas é importante lembrar a memória ingênua do eleitor. Voltamos ao começo de nossa conversa.

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PostHeaderIcon Crônica falta de segurança

maio 16th, 2012Author: Gilson Aguiar

Ontem foi inaugurada a Colônia Penal de Regime Semi-Aberto de Maringá. A unidade tem capacidade para 330 detentos. Uma obra que demorou 14 anos para ficar pronta. Uma unidade penal que se justifica como mais um passo para desafogar o sistema prisional, superlotado.

A maioria dos presos que poderia estar em regime semi-aberto estão em penitenciárias, outros em delegacias. Todos presos fora do lugar, dividindo celas com detentos de alta periculosidade. O iniciante do crime tratado como um mestre da violência. Para completar o quadro de horror, no sistema carcerário há um corpo policial e de agentes despreparados ou sobrecarregados. Um retrato da escola do crime.

Esta semana, na inauguração da colônia penal, dois discursos contraditórios. O primeiro foi da secretária de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos elogiando o papel que a unidade vai desempenhar. Maria Tereza Gomes enfatizou que já foram contratados agentes penitenciários para a unidade. Já o diretor do Departamento Penitenciário do Paraná, Maurício Kuehne foi denunciador. Segundo ele, haverá abertura de concurso para agentes de monitoramento, termo usado para designar os profissionais que atuaram na colônia. Enquanto isso, serão remanejados agentes penitenciários de outras unidades, afirmou o diretor. Ele não demonstrou otimismo quanto a desafogar as penitenciárias e delegacias, além disso, anunciou que, indiretamente, haverá falta de agentes em outras unidades de segurança para atender a nova.

Para um presídio que demorou tanto tempo para ficar pronto, seu funcionamento chega tarde diante do crescimento constante de detentos dentro das penitenciárias e delegacias. A estrutura prisional está falida e tem problemas de gerenciamento em todo o país. Os glamoures das inaugurações dos espaços físicos de segurança dão a falsa sensação de solução, mas o maior problema da estrutura penitenciária é a eficiência da máquina pública e da capacidade humana responsável pela segurança.

A população costuma temer a presença de um presídio ou de uma colônia penal próxima a sua residência. Mas a maior ameaça não está tão visível, ela é constante e não está detida dentro de uma cela, mas administra a prisão.

 

 

 

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PostHeaderIcon Calcanhar de Aquiles

abril 7th, 2012Author: Gilson Aguiar

Volto a dizer, política é vocação. Não basta o poder econômico para se lançar na vida pública. Por mais que os que se lança no jogo de forças que sustenta a governança tem interesses, alguns nobres, pela coletividade, outros pequenos, como seus próprios, o poder não é para qualquer um.

Estamos prestes a ver uma campanha municipal se desdobrar. Um número considerável de pré-candidatos demonstra o desejo de chegar ao poder executivo municipal. Mas nem toda a vontade tem sustentação. Na democracia querer não é poder, na política muito menos.

Por isso, a continuidade é um desafio, delegar o poder a outro, dar-lhe a capacidade de expressar a permanência no poder, é uma arte. Exige de quem sai do poder e daquele que se coloca como herdeiro. A passagem é um ritual delicado.

Este será o maior desafio do atual prefeito de Maringá, Silvio Barros II, e seu vice-prefeito, Carlos Roberto Pupin, e candidato declarado da atual gestão, na busca de transferir o legado administrativo.

Dois elementos conspiram contra esta transferência, um vice-prefeito sem a vocação de herdeiro e que não consegue, pelo menos a princípio, captar os números favoráveis da administração atual. O outro fator é a personificação de Barros sobre sua administração. Um eficiente modelo de identificação da gestão com o gestor, mas que agora parece custar caro na busca da permanência do grupo político no poder.

Se Roberto Pupin não tem a vocação para herdeiro, Silvio não parece ter para transferir a herança. Este será o grande desafio para a permanência do poder. Um “calcanhar de Aquiles” que pode ser explorado pelos adversários políticos.

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PostHeaderIcon Legado, vocação e carisma

março 26th, 2012Author: Gilson Aguiar

Há tantas definições de “política” quantas formas de praticá-la. Uma delas é a lógica, ou a arte, de atender interesses manipulando as relações que nos cerca. Ela está dentro das relações familiares, no mundo do trabalho e, principalmente, no estado.

O poder na política não é apenas a arte de saber conquista-lo e utiliza-lo, mas garantir sua permanência. Uma prática que, bem executada, demarca os que têm e não vocação.

Mas os bem sucedidos no exercício do governo, na democracia, tem um outro desafio, a transferência do poder. A capacidade de passar para um sucessor desejado o comando exercido. Para alguns, o legado político de uma gestão é difícil de ser transferido. Tem que se ter carisma para poder fazer um herdeiro político.

Este talvez seja o grande desafio das eleições municipais deste ano em Maringá para o atual prefeito, Silvio Barros. Os bons números de seu governo podem não fazer o efeito necessário para que o seu candidato à sucessão, o vice-prefeito Roberto Pupin, vença as eleições municipais.

Barros não construiu ao longo de sua trajetória na administração municipal uma associação de seus atos administrativos como uma parceria com seu vice-prefeito. Seus secretários exaltavam os atos do líder do executivo, mas o vice não figurava na boca do corpo administrativo como um parceiro, um sócio, nos atos do governo municipal.

Agora, este zelo ou perfil de governar pode custar caro, a perda de uma eleição municipal.

A lição é simples, mas com um preço elevado para quem a esquece, o legado não se transfere para quem seria um “sucessor natural”. A personificação do poder é uma característica da política brasileira. A transferência depende do carisma do líder em conseguir apontar o sucessor e avalizar permanências. Um desafio para o atual prefeito de Maringá.

 

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PostHeaderIcon Campo santo ou arena política?

março 20th, 2012Author: Gilson Aguiar

Esta semana estou acompanho o movimento iniciado pela Igreja Católica no combate ao projeto de transformação de resíduos em energia através de incineração. A campanha visa condenar a medida, acusado-a de poluente. O gás expelido pela incineração seria tóxico, segundo a campanha católica.

O movimento já ganhou tempo nas missas do domingo passado. Em alguns templos, na boca de alguns líderes, o tema está assumindo no sermão clerical o tom de profecia, a luta contra o “envenenamento coletivo”. O mal agora assombra em forma de “fogo no lixo”.

Não tenho criticas as instituições religiosas entrarem em discussões da sociedade civil. Por mais que a Revolução Francesa (1789) iniciou a separação entre Igreja e Estado, a cidadania se exerce em qualquer lugar. Mas confundir razão e fé pode fazer da política um campo irracional e mistificar temas que necessitam de lucidez.

O que me incomoda nesta cruzada contra o “fogo no lixo” é a associação inevitável da lógica de incinerar com a suposta contrariedade dos desígnios divinos. O que necessita de uma discussão sem misticismo pode ficar refém de um exorcismo sem sentido. É a associação do templo divino como espaço de posicionamento político. A decisão de transformar resíduos em energia merece um debate mais detalhado e uma discussão lúcida. O que não vai ocorrer na parcialidade do templo cristão que associa qualquer tema na dualidade entre o bem e o mal.

Estamos em um ano de eleição. A questão dos resíduos será um dos temas centrais na disputa pelo poder municipal. A necessidade de lucidez embaça com o posicionamento de alguns membros do clero católico sobre o tema. O que deveria ser uma análise racional de necessidades e conseqüências de ação no tratamento de resíduos se transforma no olhar sagrado.

Não há “demônios” a exorcizar, mas ignorância a combater e uma população a esclarecer.

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PostHeaderIcon Quem precisa de polícia e de que policiais estamos falando

fevereiro 20th, 2012Author: Gilson Aguiar

Estamos assistindo aos movimentos dos policiais por melhores salários. Eles ocorrem por todo o país. Alguns caminham para movimentos grevistas, outros não passam de manifestação sem confronto direto, mas a insatisfação entre aqueles que executam a segurança pública vem de longa data. A falência do aparato de segurança já se manifesta a mais de um século.

Criadas durante a permanência de Dom João VI no Brasil, os aparatos de segurança pública já desenhavam sua função antes disso. O estado, na história brasileira, utilizou costumeiramente a força armada pública para bater e depois perguntar. A repressão do poder público é a prática constante que atinge muitos inocentes. Por isso, o descrédito.

Mas é preciso tomar o cuidado de não colocar os reais bandidos entre as vítimas dos policiais. Quando se fala da violência promovida contra os civis inocentes, na massa vitimada há os que se fazem de vítima. O país tem muitos bandidos. Em sua maioria, nascidos do ambiente propício para o crime. O principal incentivo é a impunidade.

Punir não é só prender, é educar com limites para que se saiba o preço que se paga por um delito cometido. As delegacias estão cheias de presos esquecidos pelo descaso dos processos que correm na “justiça morosa”. O ambiente podre dos cárceres aumenta as chances de produzirmos criminosos em série. O “ladrão de galinhas” reside no ambiente com o especialista do crime organizado. A equação do caos prisional é uma bomba.

A questão salarial é apenas um dos problemas do aparato de segurança. Há muito mais. Os policiais são mal formados. Aprendem a maior parte da realidade da segurança pública em atividade, principalmente os vícios. Dentro da polícia há política na carreira profissional e pacto com o crime organizado. Delegados são nomeados e transferidos pelo governador. Eles querem mostrar serviço, incomodar menos superiores e fazer números e, assim, ascender na carreira profissional.

Em relação a corrupção e o vínculo com o crime organizado, é uma forma de melhorar o ganho para os corruptos. Há quem, de farda, é formado no mesmo molde que os bandidos. Por isso, falam a mesma “língua”.

Se quisermos evitar problemas com o aparato de segurança, temos que entender a questão com a complexidade que merece. Discutir segurança pública pelos pedaços nunca irá nos dar a verdadeira dimensão do problema. Salário dos policiais é algo a melhorar, mas ainda estamos longe da paz social com o aparato de segurança que temos. Ele está falido e precisa mudar.

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PostHeaderIcon Dormindo com um olho aberto para evitar pesadelos

fevereiro 17th, 2012Author: Gilson Aguiar

Eu nunca fui muito crente na mudança do que é constante. Apenas acredito que é possível fazer diferente a mesma coisa. Contudo, acredito na boa vontade. Esta é a minha definição do comportamento que tem tomado os parlamentares municipais de Maringá. Boas e más práticas em um convívio com personalidades diferentes.

Os vereadores iniciaram o ano elegendo novos membros para as comissões permanentes e dispostos a rediscutir o aumento dos subsídios que foram definidos no ano passado. Falam, alguns, em reduzir os valores. Será?

Sei que existe o ditado: “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Pelas práticas constantes permaneço com a desconfiança, mas cheio de esperança de me enganar. Quero estar errado. Mas sei que muitos erram para poder concertar. Espero que alguns parlamentares maringaenses não confirmem minha cisma.

Esta semana, a Comissão de Finanças e Orçamento decidiu rediscutir o aumento dos subisídios do prefeito, vice, secretários e vereadores. Convocou uma reunião com os demais membros da Câmara Municipal para debater a questão. No encontro, foi decidido convocar os representantes da sociedade civil para a discussão e entendimento.

Tudo caminha para o diálogo. Mas não podemos esquecer que o aumento dos salários dos legisladores pode retornar a qualquer momento. E já tivemos exemplo de ações tomadas na “calada da noite”. Já fomos traídos.

Por isso, podemos discutir a relação e tentar novamente, mas a desconfiança é uma arma necessária, dependendo de com quem está se lidando. Em certos avanços, há que ter sempre um “pé” atrás. Ainda mais, quando estamos convivendo com quem tem a infidelidade como hábito.

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PostHeaderIcon Comissões: permanências ou mudanças?

fevereiro 3rd, 2012Author: Gilson Aguiar

Consenso domina o início dos trabalhos na Câmara de Vereadores. A oposição conseguiu colocar um membro em cada comissão permanente. Na fala do vereador petista, Humberto Henrique, “há muito que a oposição contribuir”, e também obstruir, e esta é uma observação minha, nos trabalhos. Mas, também, as comissões têm uma dinâmica mais criteriosa com a nova composição. O fim dos mandos tradicionais, pelo menos na aparência, é um importante passo.

O que se pode concluir é que John Alves Correia deve “pendurar a chuteira” no fim deste mandato. O ex-presidente do legislativo, imperou absoluto por mais de 8 anos, agora já aceita castigo sem recorrer.

Logo ele que tem uma série de processos na Justiça, recorreu a todos, agora é passivo diante de uma suspensão de sete dias sem vencimentos por causa do número de faltas às sessões durante o ano de 2011.

Na Justiça, Alves tem pendências, algumas delas polêmicas e que poderiam levar a cassa de seu mandato. Superfaturamento de laptops e suspeita de desvio de recursos são algumas delas. A estas o ex-presidente recorre. Já, agora, próximo a aposentadoria, é doce, mas há um lobo escondido por debaixo da pele do aparente cordeiro.

Já a mudança nas comissões permanentes demonstra ser um passo importante de transparência na Câmara de Vereadores. A ausência de John Alves nas mais importantes é, aparentemente, um avanço significativo. Resta saber se haverá herdeiro do trono autoritário. Se a mudança nominal é também uma mudança de comportamento. Nas “repúblicas de bananas” um ditador sempre é derrubado por outro.

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PostHeaderIcon … de Férias

janeiro 18th, 2012Author: Gilson Aguiar

Agora posso sentar com mais calma para fazer um balanço do ano. Ele foi calmo em alguns aspectos, mas me deixou irritado por outro lado. Amadureci, esta foi uma boa conclusão. Foram-se os intensos desejos de realizar a fantasia da unanimidade da vida e das pessoas. Não dá para fazer tudo e nem para agradar a todos.

Chego a janeiro com projetos novos a caminho, mas com calma de não sendo ansioso, eles não dependem exclusivamente de mim. O que tenho já permite caminhar um pouco mais em 2012. Mas, com certeza, em 2013 terá novidades.

Este é um ano político, trabalho a mais, mas conteúdo de sobra para os comentários e as colunas do meu blog e da Gazeta Maringá. Agora, pelo menos, neste princípio de ano, diria que Ênio Verri (PT) e Roberto Pupin do (PP) vão disputar a cadeira do executivo municipal de Maringá. Mas isso pode mudar. Duvido, mas pode.

2011 também foi o ano de crescimento do Jornal da CBN Maringá 2ª Edição. Ele está melhorando a cada ano em ouvintes. Meu sonho é colocado como destaque na programação local, um desafio para este ano.

Minhas aulas continuam e com a novidade de mais trabalho no EAD do Cesumar. O ensino a distância tem me conquistado. Vale lembrar que ser professor é minha paixão, e a possibilidade de trabalhar com as mídias para manter contato com meus alunos me atrai.

Agora vou entrar nas leituras de férias. Um pouco de conteúdo do que vou trabalhar com os meus alunos e ouvintes este ano, mas também retomar clássicos. Vamos às férias!

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gilsonaguiargilsonaguiar: Hoje o #cbnmaringa2 tem Osmar Dias, o ex-senador que agora está na diretoria do BB. Conversa sobre agronegócio e política. Ecologia à Fruet.
19 hours ago
gilsonaguiargilsonaguiar: Hoje temos temperatura estável, no final de semana a mesma previsão. Semana que vêm começa com estabilidade. Adeus chuva! Por enquanto.
20 hours ago
gilsonaguiargilsonaguiar: Daqui a pouco o #cbnmaringa2. Hoje os temas são vacinação, dengue e supersalários. 95,5 FM, as 14h.
3 days ago
gilsonaguiargilsonaguiar: Jogadores e eleitores: Há discussões infantis, elas podem ser resultado de nossa ingenuidade, ... http://t.co/WFQft2yX
3 days ago
ronaldonezoronaldonezo: ouça o comentário de @gilsonaguiar no #cbnmaringa - http://t.co/rB3z2HCY
5 days ago
ZagaronMerlinZagaronMerlin: Dengoso já saiu! http://t.co/cpHERepB ▸ Principais notícias de hoje via @justinbrbieber1 @jcrioclaro @gilsonaguiar @sentimentosrn
7 days ago
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